Série de vídeos nostálgicos mostra os aglomerados eventos da Gibiteca

Exposição em 2016 do grupo Urban Sketchers, que se reúne para retratar prédios representativos
Exposição em 2016 do grupo Urban Sketchers, que se reúne para retratar prédios representativos (Foto: Divulgação/FCC)

Uma série de três vídeos sobre os eventos de maior aglomeração dos 38 anos de história da Gibiteca foi a solução encontrada pelo coordenador do espaço, Fúlvio Pacheco, para fazer o público matar as saudades do local – um dos espaços culturais mais queridos da cidade e, como os demais administrados pela Fundação Cultural de Curitiba (FCC), fechados por causa da pandemia do novo coronavírus. A exibição começa nesta terça-feira (11/5), no Facebook da Fundação Cultural.

Com apresentação de Fúlvio e edição de Luiz Pacheco – que não são parentes, apesar de terem o mesmo sobrenome – os vídeos resgatam os registros dos 15 eventos de maior público do local, que só em 2019 atraiu 30.462 pessoas.

“A ideia é dar vazão à nostalgia dos eventos presenciais e proporcionar às pessoas a oportunidade de se ver no local e identificar os amigos e os artistas. Quem mesmo estava lá?”, pergunta o coordenador da Gibiteca, provocando a curiosidade dos apaixonados por ilustração e cultura geek produzidas por artistas da cidade.

Estreia da série
No primeiro vídeo, com seis minutos de duração, serão mostradas cinco atrações. A primeira é o lançamento da revista Metal Pesado e do herói curitibano O Gralha, em 1997. O evento aconteceu nas antigas instalações da Gibiteca, no prédio ao fundo do Solar do Barão. Atualmente, ela ocupa a unidade denominada Casa da Baronesa.

Também fazem parte desse vídeo a celebração do Dia Mundial do Desenhista realizada em 2014; a palestra do quadrinista inglês David Lloyd, em 2019; a exposição do grupo Urban Sketchers, que se reúne para retratar prédios representativos e logradouros da cidade; e a mostra dos originais em xilogravura criados pelo artista plástico Elvo Benito Damo para seu livro Navio Negreiro, baseado no poema de Castro Alves, e dos trabalhos do cartunista Noviski, morto pouco tempo depois.

O ranking dos eventos mais aglomerados do espaço cultural foi feito a partir do livro A História dos Quadrinhos e da Gibiteca de Curitiba, escrito por Fúlvio Pacheco.

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