Oficina de Música de Curitiba reuniu o maior número de alunos dos últimos anos

(Foto: Cido Marques)

A 37ª Oficina de Música de Curitiba, encerrada neste domingo (26), reuniu o maior número de participantes e com mais cursos do que em suas últimas edições. Este ano foram 2.149 alunos, 127 cursos e 3.131 vagas preenchidas. Em 2019 foram 1.891 alunos, 116 cursos e 2.856 vagas em 10 dias e, em 2018, 1.473 alunos, 111 cursos e 2.098 vagas. O balanço foi divulgado ontem pela Fundação Cultural de Curitiba.

Além do crescimento do número total de alunos, também chama a atenção a maior presença de estrangeiros e diversidade de países de origem. Se em 2018 vieram para a Oficina 38 alunos de oito países e, no ano seguinte, 45 de sete procedências, este ano mais idiomas e sotaques vieram se misturar: 99 inscritos de 10 países.

A Argentina foi quem mais mandou alunos, com 73 inscritos. Também registram presença no evento estudantes da Bolívia, Paraguai, Holanda, Uruguai, Estados Unidos, Colômbia, Índia, Itália e França.

Para o presidente do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (Icac), Marino Galvão, o formato adotado a partir de 2018 de unir as fases erudita e popular tornaram a Oficina mais atraente. “São mais eventos diversificados acontecendo num mesmo dia”, disse. Para ele, a época do ano em que acontece a Oficina, e que foi mantida, colabora para a consagração do modelo adotado para o evento.

Até então, a Oficina durava o dobro do tempo, com as fases erudita e popular acontecendo em datas diferentes. “Com a mudança, inclusive o público percebe e se motiva com essa sinergia, com os diferentes sons e ritmos misturados nos espaços de espetáculos e até nas ruas, e participa mais”, disse Galvão.

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