Festival Klorokkada reúne 60 artistas no fim de semana e tem paranaense no line-up

Por - Barulho Curitiba
(Foto: Divulgação)

Para comemorar seu aniversário de 2 anos, o coletivo Bicuda realiza o Festival Klorokkada, entre os dias 14 e 16 de agosto. São mais de 60 artistas de 12 Estados do país, além de duas atrações dos Estados Unidos, que apresentam shows, sets, performances e artes visuais. O evento é online, gratuito e tem patrocínio da Becks.

“Preparamos um festival cheio de diversidade sonora, com bandas, shows, introduzindo artistas de todo o Brasil e internacionais, englobando muitos plurais, desde artistas visuais como performances inéditas. Uma proposta como essa, diante desse momento atual, é uma forma que encontramos e continuar a criar laços com as diversas cenas musicais existententes no país”, explica Victor Almeida, idealizador e curador da Bicuda.

Na programação, durante 1 hora, DJs e performers ou artistas visuais se apresentam simultaneamente. No line up, figuras conhecidas da cena eletrônica, como a DJ paulista Eli Iwasa, e personagens do underground, como a performer carioca Luara Perdonati. Os shows de Ava Rocha e Jup do Bairro acontecem na sexta-feira, enquanto Ventura Profana e Pode Ser Desligado se apresentam no sábado. O back 2 back de Cashuu (Mamba Negra) e Victin (Bicuda), por sua vez, tem duas horas e fecha o festival, já na manhã de domingo.

Apesar de gratuito, a Bicuda disponibilizou um link de doação através da Sympla onde o público pode colaborar com o cachê dos artistas, doação de cesta básica para a equipe de apoio (seguranças, limpeza, manutenção e técnicos de som) e a venda da camiseta do festival, cuja renda será revertida para o artístico.

FESTIVAL KLOROKKADA @ BICUDA 2 ANOS
Dia 14 de agosto, das 16h às 4h
Dia 15 de agosto, das 19h às 7h
Gratuito
Evento: https://www.facebook.com/events/334415170910192
Transmissão: http://bicuda.org/
Doações: https://bit.ly/2XwEfwk

PROGRAMAÇÃO
Dia 14 de agosto, sexta-feira
16h - DJ Mo.ta, performer Marjorie Saeki
17h - DJ Illuaninha, performer Trinitas
18h - DJ Libra, performer Vmoraix
19h - Show Ava Rocha
20h - DJ Kontronatura, performer Katrevosa
21h - DJ Paula Pretel, performer Veronik
22h - Show Jup do Bairro
23h - DJ Brookyn, performer Inndigente

Dia 15 de agosto, sábado
00h - DJ Sheefit, performer Aqua
01h - DJ Letricia, performer Lana Voodoo
02h - DJ Makna, performer Marvena
03h - DJ Hellora y Zani, performer Kara Catharina
04h - DJ Uila Vica, performer Tiemi

18h - DJ Omoloko, performer Okofá
19h - DJ Aya, performer Sarita Themonia
20h - DJ Luan Gurunga, performer Dino Searom
21h - Show Ventura Profana e Pode Ser Desligado
22h - DJ Eris Drew, performer Anna Operman
23h - DJ Romana, performer Bibi Babydoll

Dia 16 de agosto, domingo
00h - DJ Nog4ayra, performer Irmas Brasil
01h - DJ Pininga, performer Kayo Kaypora
02h - DJ Satanika, performer Luara Perdonati
03h - DJ Kakubo, performer Ellicia Marie
04h - DJ Miuccia, performer Patfudyda
05h - DJ Perrelli, performer Lua Negra
06h - DJ Cashu e Victin, performer Marxine

Fotos dos artistas estão nesse link: https://bit.ly/2DJP9HT

SOBRE BICUDA
Bicuda: peixe de festa nascido em Campinas em Julho/2018 com intuito de fomentar a cena independente cultural da cidade. Vivemos em um momento político delicado em que o sistema tenta nos aprisionar a qualquer custo. Resistentes, não somos fisgados. Sendo assim festejamos como forma de combate e resistência. Em Campinas, apesar da grande diversidade cultural, poucos são os eventos que se propõem em instigar no público um questionamento das normas; uma energia em que cada um se sinta único, podendo transcender em música, arte e cultura, sem preconceitos ou rótulos.
Com idealização e curadoria Victor Almeida, o projeto se propõe a organizar e unir a luta pela arte independente através do programa “Rádio Bicuda” transmitido pela internet com a proposta de apresentar Live Sets de artistas que estão de passagem pelo Estado, fomentando este circuito artístico. Junto com isso, nossas festas preconizam a ocupação de espaços públicos e fábricas desativadas da cidade de Campinas, construindo espaços libertinos entre a população LGBTQIA+. Este circuito artístico favorece aos artistas das mais diversas linguagens espaços para que possam se encontrar e desenvolver novos trabalhos. Acreditando na multiplicidade de plataformas para o nosso discurso, desenvolvemos outro projeto chamado “Residência Bicuda” que consiste na apresentação e ensino da arte de discotecar para as pessoas que se familiarizam com nosso trabalho. A “Residência Bicuda” já realizou seis intervenções entre 2018 e 2019, sendo duas delas elaboradas apenas com participantes femininas. Essas intervenções aconteceram em parceria com o MIS Campinas (Museu da Imagem e do Som). Com a realização de 17 festas ocupacionais durante estes dois anos de atuação, foi desenvolvido em comemoração ao primeiro ano de vida da Bicuda um documentário a respeito do desenvolvimento do cenário da música eletrônica/Queer/Underground na cidade de Campinas. Este cenário até então era inexistente nesta localidade.
Site: http://bicuda.org/
Facebook: https://www.facebook.com/bicudaparty
Instagram: https://www.instagram.com/bi.cuda/
Soundclound: https://soundcloud.com/bicuda-maculata

SOBRE SHOWS
Ava Rocha
A artista que acaba de lançar o novo compacto Sal Gruesa, com a banda colombiana Los Toscos, tem na três discos " Diuno" (2011), Ava Patrya Yndia Yracema ( 2015 ) e Trança ( 2018 ), além de dos singles " Lingua Loka" ( 2016) e " Ambar" de Adriana Calcanhoto ( 2019), além inumeras participações em discos como os de Jards Macalé, Anelis Assumpção, Negro Leo, Iara Rennó, Gustavo Galo entre outros. Como compositora foi gravada por Tupila Ruiz, Fafá de Belém, Lia de Itamaracá, Juliana Perdigão, Negro Leo, Jards Macalé, entre outros. A cantora e cantora, aclamada pela critica, ganhou com seu segundo disco os prêmios Artista Revelação e Melhor Hit pelo Premio Multishow 2015 e Artista Revelação pela APCA 2015, figurou entre os melhores discos do ano no New York Times segundo Ben Hatlif, foi tocada por Iggy Pop na BBC London, esteve em diversas publicações, criticas e playlist em todo mundo e rodou diversos países, como China, EUA, Colombia, Argentina, Alemanha, Peru, Mexico, Brasil, em feiras, festivais e casas de shows com seus shows performáticos. Também cineasta dirigiu os filmes " Ardor Irrestivel" ( 2011), Dramática ( 2005) , mais de 15 video-clipes de diferentes artistas da cena contemporanea, além dos próprios como " Pangeia" em homangem a Tunga, Joana Dark, Singular, Você Não Vai Passar e acaba de lançar seu novo filme, Mãe ( julho 2020), a convite do HKW Berlin, forte expressão de sua transciplinaridade.
https://www.instagram.com/avarocha/

Jup do Bairro (SP)
Palavras em canções escritas desde 2007, quando começo a compor e decompor quem eu já não era mais até hoje, descobrindo as potências das minhas dores e delícias. Sinto que sou a criadora e a criatura do que me tornei hoje, do que venho me tornando e a capacidade do que ainda não conheço em mim, mas quero descobrir. Esse EP passa por três fases de um corpo: nascimento, vida e morte... Não necessariamente nesta ordem pois eu sinto que já nasci e morri tantas vezes. Essa materialização também é sobre as mudanças e explorações de mim mesma. Foi um processo dolorido e, muitas vezes, incompreendido: mas foi a única forma de me sentir pertencente, pelo menos a mim mesma.
https://www.instagram.com/jupdobairro/

Ventura Profana e Pode Ser Desligado
Contra o domínio cruel e colonial dos senhores, que por séculos, nos escarnece e mata. Com cantigas proféticas, de vitória e encantaria freamos o plano necropolítico e alvejante de condenação do devorador. Desembainhamos espadas flamejantes e com exatidão acertamos a flechada na cabeça do inimigo. Talhamos a letra-morta-de-morte até que ela possa se tornar novamente vida. TRAQUEJOS PENTECOSTAIS PARA MATAR O SENHOR, é fruto da junção benta dos louvores~ministrações de VENTURA PROFANA ao toque~batida saturado de shofar e tambor de PODESERDESLIGADO, que invocam fôlego para ressuscitar e ensejo de restituição, na congregação preta, trans~travesti, originária.
https://www.instagram.com/venturaprofana
https://www.instagram.com/podeserdesligado

SOBRE DJS
Aya Ibeji (RJ)
Aya Ibeji é uma artista multidisciplinar, nascida em São Gonçalo que tem se movimentado como DJ, é residente da Escola de Mistérios, tocou em festas como Mariwo, Batekoo, 001 etc; além disso faz manifestações com a Mandinga coletivo no qual é e produtora e dj residente. Seu som tenta destrinchar artifícios de possibilidades através do sentir, sempre tentando trabalhar com ativações de energias através de batidas e vozes que possibilitam a movimentação dos corpos.
https://www.instagram.com/ayaibeji/

Brookyn (MG/SP)
De Belo Horizonte e atualmente morando em São Paulo, Brookyn aka Carolina Costa é dj/produtora, web designer e co-fundadora do coletivo APEX, nascido em 2017, onde são realizadas festas com objetivo de dar mais visibilidade à música e performance de mulheres. Seus sets são compostos por muitos graves e acid, batidas fortes e psicodélicas percorrendo o techno, electro e trance dos anos 90's, suas produções são feitos basicamente com controladores midi e um notebook, e é um mix que passeiam pelas vertentes da musica eletrônica, sempre bem animadas.
https://www.instagram.com/carolinabrookyn/

Cashu b2b Victin (SP)
Cashu é dj e uma das peças chave da cena queer underground eletronica de São Paulo, sempre dialogando com as situações politicas e urgentes da cidade. Querendo ocupar e descentralizar a cena, criou em 2013 junto a Carneosso a @mamba.n, marca independente que se solidificou como uma as principais festas de musica eletronica o pais, se expandindo para Label, Agencia e Rádio. Victin, por sua vez, iniciou seu projeto de curaoria queer independente com a @bi.cuda, festa que ocupa fabricas abandonadas na cidade de Campinas, direcionando seu publico para a cena LGBTQIA+ e valorizando artitas a região e de todos o Brasil. Victin cria narrativas sonoras quem vem da alma. Seus sets emocionantes vêm conquistando cada vez mais espaço na cena independente, que se empoe na pista oferecendo ao seu público batidas envolventes sem rótulos.
https://www.instagram.com/cashuuuu_/
https://www.instagram.com/victinalmeida/

Dinabolica (SP)
O casal apresenta para o segundo aniversário do coletivo ao qual fazem parte como colaboradores e produtores um set dinâmico, energético, ácido e especialmente diversificado.
https://www.instagram.com/dinabolica/

Eli Iwasa (SP)
Um percurso que cruza inúmeras atividades (produtora, dona de club, promoter, booker) no decorrer de algumas décadas e muitos dos acontecimentos e eventos que formam o belo mosaico da história da música eletrônica no Brasil. Mas é nas pistas mesmo que sua habilidade de nos envolver em toda a elasticidade dessas temporalidades móveis se torna tangível. É aqui que tudo se materializa em sets de velocidades variadas e se cristaliza em noites de intensidades diversas. Algo que lhe permite executar feitos parecidos em espaços os mais distintos, indo de festivais como Tribaltech, Warung Day Festival, Time Warp, DGTL, Rock In Rio, ADE, até todas as festas que formam o rico cenário brasileiro atual, entre elas Photon, Gop Tun, Troop e 101Ø; assim como realizar façanhas diferentes em ocasiões semelhantes, que vão da sua própria residência no seu amado Caos, passam pelas intermináveis noites no Club Vibe, ou em outros tantos espaços dançantes lendários do país como Warung, Beehive e Terraza. Mas todas estas circunstâncias são dotadas de um fator especial que as torna únicas: a energia gerada entre a artista e o público.
https://www.instagram.com/eliiwasa/

Eris Drew (EUA)
Eris Drew é um DJ, e uma produtora e trans extático dos EUA. Ela dirige a gravadora T4T LUV NRG com seu parceiro b2b, Octo Octa. Eris é uma artista da Naive Records fora de Portugal e realiza os Ritos Psicodélicos do Motherbeat em vários locais, incluindo Hot Mass de Pittsburgh, TUF em Seattle e Room 4 Resistance em Berlim. criança. Residente de longa data no Smart Bar de Chicago e DJ do Bunker NY, ela começou a mixar discos em 1994 aos 18 anos. Suas experiências como música e dançarina mostraram a ela que o rave é um aparato poderoso que pode ser usado para transformar indivíduos. vidas e comunidades.
https://www.instagram.com/erisdrew

Hellora b2b Zani (SP)
Para unir dois pontos distantes, é necessária uma reta, uma série delas sobrepostas ou curvas livres que percorrem o espaço desenhando dimensões infinitas. Hellora e ZANI começaram a tocar juntos há cerca de um ano, trocando suas experiências musicais divergentes que se completam e se fortalecem, mapeando um cenário rítmico e melódicamente múltiplo. A produtora cultural mergulhou sua convivência profissional e sua bagagem musical no processo de pesquisa e mixagem há pouco mais de um ano, demonstrando grande vocação e uma criatividade sem igual. O produtor musical e DJ ZANI carrega um passado artístico rico e profundo, que vem construindo de maneira independente para dar vasão aos seus dilúvios emocionais criativos em suas músicas.
https://www.instagram.com/helloradana/

Kakubo (SP)
Com uma formação que combina estudos de música eletroacústica com incursões que vão do avant-techno analógico às tortuosas mutações para as pistas de dança, Kakubo possui um original senso estético que destila de forma abrangente desde impetuosas sonoridades industriais a fusões distorcidas de electro, drum & bass e jungle, interpolados por ruidosos elementos percussivos globais. Por meio dessa fusão inventiva de distintos gêneros, ritmos e timbres entorpecedores, e impulsionada por um tino particular, Kakubo tem construído um estilo único na cena da música eletrônica contemporânea.
https://www.instagram.com/kkakubo/

Kontronatura (SP)
Kontronatura, DJ e residente do coletivo Escuro, usa sua música para se adentrar num estado de gnose, no qual entresonha timbres densos e percursões contínuas. A partir de uma narrativa não-linear dialoga com o afrofuturismo, vogue, footwork e breakbeat para construir seus mundos musicais-oníricos.
https://www.instagram.com/kontronatura/

Letricia (RJ)
Trazendo suas próprias expressões do caos através de maquinários, letricia apresenta seu live act construindo/destruindo baterias em atmosferas de terror e suspense.
https://www.instagram.com/777letricia/

Libra (PE)
LIBRA é um DJ sediado no nordeste do Brasil e se destacou no cenário por sua identidade sonora fluida e energética, baseada em referências negras e dissidentes. Sua pesquisa musical gira em torno de ritmos progressivos como techno e hip house e batidas quebradas como afrobeat e guetto club.
https://www.instagram.com/idlibra

llluaninha (AM)
Com um pouco mais de uma década passeando entre os mais diversos ecossistemas musicais, llluaninha é nome frequente nas principais festas independente de Manaus, coração do Amazonas. Produção de eventos e pesquisa + curadoria musical dão a essa escorpiana um espaçoso acervo de sons, sensações e energias durante seus sets.
https://www.instagram.com/llluaninha/

Luan Gurunga (SP)
24 anuxx, ator, modelo, performer, umas das produtoras da @_ch3rnobyl , criador do @brechodiquebrada. Model @hutucasting. Dj @_ch3rnobyl
https://www.instagram.com/luangurunga/

Makna (MG)
Sonoridades distintas, reviravoltas dramáticas e oscilações profundas. Projeto de Camila Cantuária, cuja busca por sensações, dimensões e rítmos ousados, cria uma atmosfera genuinamente inserida no submundo musical. MAKNA se propõe a criar na pista um clima de contemplação sonora e sinestésica, perspectivas multidimensionais e aflorar reflexões abstratas.
https://www.instagram.com/maknamaknamakna/

Miuccia (SP)
Miuccia é o projeto de Ana Carolina, o nome é originado da festa Haus of Baitolaje, em homenagem/paródia às casas de moda e a cultura queer que acontecia em Bauru-SP e, da qual participou em 2016 como articuladora e DJ. Formada em psicologia e com uma forte predileção pela psicanálise, as dissidências de gênero e as resistências decoloniais, em seus sets miuccia brinca com contrastes, expectativas e binaridades, celebrando o romantismo, nostalgia e música pop e misturando com sons secos, agressivos, o noise o punk e a imperfeição.
https://www.instagram.com/olahmiuccia/

MØ.TA (SP)
A Motinha Envenenada está ansiosa e furiosa para dançar os 2 anos de BICUDA, armando todes no passinho!!!
https://www.instagram.com/motamota_/

NOG4YRA (RS)
Nog4yra é o projeto de Una Nogueira, trans não binário, dj e produtor. Em julho lançou o álbum 3 instâncias pela @bi.cuda inspirado na concepção psicanalítica de aparelho psíquico. Integrante do coletivo @ttt.tt.tt.ttt de Porto Alegre
https://www.instagram.com/nog4yra/

Omoloko (MG)
OMOLOKO é um residente e um dos criadores da festa 1010. O DJ é um dos principais nomes da nova geração da cena eletrônica brasileira, com sets originais que resgatam o melhor da house e da discoteca, além de referências a afro-beats.
https://www.instagram.com/omoloko_/

Paula Pretel (SP)
Paula Pretel ingressou sua carreira como dj residindo as noites de classic 80’s, synthpop, post punk, new wave e indie na Dj Club. Passou pelo clube Madame e lá administrou o projeto Sound Underground por um ano, adquirindo repertório vasto em dark wave, gótico, EBM, cold wave, industrial, entre muitas outras sonoridades que embalaram o casarão histórico da Bela Vista. Sua sonoridade passou então a adquirir outros recortes. Paula transitou dos baixos sinistros e das letras profundas pra arranjos mais leves e repletos de groove. Mergulhou na soul music, disco, R&B, funky, promovendo pistas mais diversificadas, apostando sempre no sentimento de comunhão com seu público.
https://www.instagram.com/paula_pretel_/

Perrelli (SP)
Residente da festa 5UINTO em Brasília por 9 anos, Mariana Perrelli é DJ desde 2008 e produtora solo, se apresentando também em formato live. Faixas lançadas nos últimos meses transcrevem seu constante processo de mutação sonora. Atualmente residindo em São Paulo, vem aparecendo nos line-ups da cidade em festas como Mamba Negra, Caldo, Metanol, Dando, Sangra Muta e atualmente é residente da festa Bicuda, de Campinas.
https://www.instagram.com/prrrlll/

Pininga (PE/SP)
Natural de Pernambuco, mas radicado em São Paulo pelos últimos 13 anos, o DJ e produtor multimidia Eduardo Pininga vem explorando em seu trabalho musical a relação entre o assustador e o acolhedor além do êxtase, seja através de sets "transformativos e notáveis não apenas pela bravura, mas pelo seu ácido senso de humor" (Fact Mag, 2018), seja ao lado do bizarro coletivo Tormenta, ou como produtor e tour DJ da expoente rapper e cantora Linn da Quebrada.
https://www.instagram.com/pining.aff/

Raiany Sinara (MS/SP)
Produtora musical de 27 anos, natural de Mato Grosso do Sul que, desde de 2017 em São Paulo, desenvolve sua pesquisa em música eletrônica experimental em execuções de live P.A. Atualmente produz e acompanha a multi artista Aretha Sadick em performances que propõem a reflexão do lugar da mulher negra, LGBT e periférica no campo artístico tecnológico, conectadas a partir do casting de músicos não centrais, Pantera Cartel. Suas apresentações sempre buscam mesclar o eletrônico e o orgânico, explorando ao máximo as possibilidades de experimentação e improviso, convidando instrumentistas de diversas áreas para um ambiente único e genuíno em cada show. Músicos como Malka, Aretha Sadick, Tulipa Ruiz, Anelis Assumpção, Rômulo Alexis, Melifona, compartilharam momentos no palco. Também cria trilhas para vídeos publicitários, como na campanha do Nike Air Force AF1, em parceria com Camila Cornelsen, Zamunda Estúdio e Evehive.
https://www.instagram.com/raianysinara/

Romana (MG)
Romana é produtora e dj residente do coletivo MASTERp la n o, e co-fundadora e curadora do podcast A-MIG, uma plataforma nômade que transmite mixtapes e experimentos sonoros de artistas emergentes do Brasil e mundo afora. Imerge na construção dos seus sets sonoridades diversas, marcados por batidas intensas, percussões energéticas, timbres sujos e momentos imersivos, explorando variações de BPM constantes. Em pesquisa, aplica essa estética pulsante viajando de forma dinâmica entre os diferentes gêneros da música eletrônica como o techno, breakbeats, bass e as diferentes vertentes do house e do electro
https://www.instagram.com/romanabreu/

S̶A̶T̶ÄN̶I̶K̶A̶ - LETICIA (RJ)
S̶A̶T̶ÄN̶I̶K̶A̶, co-founder e residente na 001, integrante da cena eletrônica do Rio de Janeiro, conduz em seus sets de características massivos, ambientes sombrios e industriais do techno, expressão angular também do coletivo e do selo ZERO.REC engajados em performances e artes visuais com apelos e incursões políticas. Tensionando estruturas normativas sonoras, concentra seu set em um palco experimental inflamatório, com um duo gritante de hardcore e revolta.
https://www.instagram.com/satanika0001/

Sheefit (SP)
"Sheefit" é seu projeto solo, trazendo de volta sua essência em uma roupagem completamente nova: O equilíbrio perfeito, entre doçura e peso. Em seus sets, com predominância no Techno, surpreende com misturas inusitadas e viaja pelo Electro, House, Breaks, equilibrando luz e sombra.
https://www.instagram.com/sheefit/

Uila Vica (SP)
Uila Vica, artista multimídia, travesti, clubberzinha enérgica traz para suas mixagens batidas potencializadas explorando vivências e atravessamentos, um pé no experimental outro no ácido, rebolando até o tribal house. Já ferveu o Club88, Parada LGBTQI+ de Campinas e alguns fervos no IFCH, além de ter tido programação semanal na Rádio Muda rádio livre.
https://www.instagram.com/uilavica/

SOBRE PERFORMERS
Acqua (SP)
Acqua é tradicionalmente uma Show Girl, energia e também sexy quando quer, tem paixão por performar e se conectar com as pessoas através da música. A estética da Aqua é inspirada nas Mulheres Barbadas dos circos dos anos 80 e 90, assim como o movimento Andrógeno e Club Kid, porém não tem medo ou bloqueio de se arriscar e explorar novas vertentes.
https://www.instagram.com/acquaqueendrag/

Anna Operman (SP)
https://www.instagram.com/sereiaoperman/

Akira Hell (RJ)
Artista visual e performer, Akira Hell uma criatura mutante que pertence a cena noturna do Rio de Janeiro. Seu objetivo enquanto artista é trazer questionamentos com o corpo que ela acredita ser um laboratório afim de minar todas as estruturas e relações de poder que constroem a sociedade humana. Resultando numa abordagem tão sexual quanto freaky. Ela nos trará uma performance apocalíptica feita na baixada seu local, tendo expressão de um infinito que faz gozar a todo momento.
https://www.instagram.com/akira.hell/

Bibi Babydoll (PR)
Performer, Youtuber, Pole dancer, Prod. Musical, Corporate Punk Rock Whore para assim trabalhar o conceito de empoderamento feminino, com um conteudo pop, comico, educativo, polemico e inspitador.
https://www.instagram.com/bibi_babydoll/

Ellícia (CE)
Travesti, preta e residente da periferia de Fortaleza, artista multidisciplinar trabalhando como atriz, performer e dj, Desenvolvendo um trabalho a partir da negociação entre o sagrado e profano construindo novas possibilidades de escrita da história preta e travesti.
https://www.instagram.com/ellicia.marie/

Inndie Gente (RN)
A Inddiegente é um trabalho muito recente, acabou surgindo no carnaval e tá comigo desde então. Eu buscava me ver de outra forma mas sempre me afastando do padrão estabelecido pela sociedade. Eu digo que sou uma demonya preta potycuyr exxxperymental, constantemente em teste e aprendizado.
https://www.instagram.com/inddiegente/

Irmãs Brasil (RJ)
“Irmãs Brasil, somos uma dupla existência de corpas estranhes artistas e travestis. Nascemos e crescemos em Amparo-SP, hoje vivemos e trabalhamos no Rio de Janeiro. Nosso trabalho coloca em choque as linguagens da dança, do teatro e da performance com operações de imagens e signos para criar desvios nas tecnologias heteronormativas e coloniais. Um estado constante de acidentes escuta e relações na criação de rituais de preparação da carne que dão acesso ao sobrenatural partindo da necessidade de escaparmos vivas, de presentificar fantasmas e arrebatamentos. Queremos ser alvejadas de Vida e entregar o nosso testemunho.
https://www.instagram.com/irmasbrasil_/

Kaio Kaypora (SP)
Kaio Kaypora é graduado em Geografia, faz performance e colagens. Através da arte resgata suas raízes tupiniqueens.
https://www.instagram.com/kaiokaypora/

Kara Catharina (SP)
Travartista da cena e da noite. Formada em artes cênicas pela Unicamp, explora os campos do teatro, da dança e da performance, tentando desvendar os corpos do noite. Partindo de gatilhos físicos e estéticos, das relações que seu corpo travesti, artista, dançante, atuante, queer estabelece nos espaços em que ocupa, propõe a construção de atmosferas durante suas apresentações.
https://www.instagram.com/karacatharina/

Katrevosa (SP)
Ela é uma artista de rua brasileira. Mas também é sobre política e a celebração de corpos que ocupam as ruas todos os dias. Sua ocupação nas ruas e espaços da cidade dialoga com intervenções de todos os tipos, causando a desconstrução de normatividades dentro de uma sociedade cis normativa.
https://www.instagram.com/katrevosa/

Lana Voodoo (SP)
Lana Voodoo é persona de Guilherme Oliveira, psicólogo, produtor de festas, dj e performer residente de Campinas/SP. Lana tem seu visual agressivo e questionador inspirado na cena gótica seja do pós-punk, industrial ao ebm/cybergoth; dos club kids 90's e também dos conceitos e símbolos da psicologia junguiana.
https://www.instagram.com/lanavoodoo_/

Lua Negra (SP)
Na noite, o nome Lua Negra é sinônimo de um terrorismo cultural de paz e amor. É o talibã dos debates raciais e LGBTQ, cuja bandeira tem outras cores que não as do arco-íris: sua pintura é a da crônica social da pobreza, expressa numa liturgia de artes cênicas e candomblé anarcopunk. Multiartista e curadora da arte.
https://www.instagram.com/luanegrarte/

Luara Perdonati (RJ)
Performer e artista performático, meu trabalho permeia o campo da imagem e estética onde busco falar sobre desconstruções de gênero e padrões de existência, assumindo uma não binariedade seja através de um ato performático ou na criação de trabalhos audiovisuais.
https://www.instagram.com/luaraperdonati/

Marjorie Saeki (SP)
Marjorie Saeki por 2 anos (e contando...) como performer da BICUDA, cria suas histórias a partir do visceral e visual, trazendo criatividade e a mais bela mensagem para esses tempos sombrios: USE MÁSCARA!
https://www.instagram.com/saekimarj/

Marvena (SP)
Travesti Não Binária, Preta Retinta. Multi artista. Nascida na primavera de 1994. Na cidade de Sorocaba. Usa da arte Drag Queen pra dialogar e questionar as questões de raça, gênero e classe. Se aprofundando e pesquisando a dança e a cultura Ballroom. Flerta com a moda, e arte visual/digital
https://www.instagram.com/mar.vena/

Marxine (RN)
Marxine se configura como um projeto performático, inerente a identidade de quem a criou, que implica em formas de utilizar o corpo como objeto ativador de questionamentos, mais especificamente a formação visual das características agregadas a binaridade de gênero, e espaços comuns onde esse corpo transita. Essas questões são o norte na hora de se pensar os visuais apresentados, criando também uma espécie de jogo entre erotismo e sexualidade. Jogo esse que permite conflito e gera uma impossibilidade de continuar a execução de um programa que aprecia a fixidez. Gera ruído e corrói.
https://www.instagram.com/marxinebardo/

Okofá (SP)
Nordestinamente indígena, esse kangaceire carrega em sua estética e linguagem a força para lutar pelos povos que foram massacrados pelo capitalismo. Seu corpo questiona os limites do ser e do gênero, Okofá transita entre inúmeras formas anciãs e questiona a falta do cuidado humano para com a natureza.Leva ao público a vontade da busca ecológica e do autoconhecimento, uma forma de libertação que a arte dançante pode alcançar quando incorpora o êxtase em sua pele e transpira revolução, união e amor. Descolonização e Demarcação Indígena já.
https://www.instagram.com/okofa_

Patfudyda (RJ)
Aprofundando-se em movimentos de contemplação coreografo ações para escapar e reivindicar riscos. Dançar sob os escombros do que sobrou deste mundo, forjando novas narrativas através de perguntas que surgem do corpo para o espaço.
https://www.instagram.com/patfudyda/

Sarita Themonia (PA)
@KREDOQDELICIA de bicha artivista, teacher e ator, corpa periférica que vive nas artes CÍNICAS em performance de corpa montada conhecida como Sarita Themonia! Nascida de entulhos, lixões e aglomeração dos invisíveis, lixo invisibilizado no corpo é exaltado, encomodando os acomodados, se fortalece no movimento de Themonias da Amazônia @panthemonias
https://www.instagram.com/saritathemonia/

The Veronik (SP)
Ela que não é de lugar nenhum mas é de todo canto, nasceu e cresceu em todo e qualquer lugar, mas escolheu Campinas para ser o solo de seu legado. Bonita, engraçada, modelo, empresária, Dj, not yet a daddy, but no more a twink, começou com seu trabalho de performance na Bicuda, passando por muitas outras pistas. Dj e musa residente do coletivo KKuenda, passeia pelo house com uma pegada seca do techno, vestida de palhaçada e safadeza. Ela que não só é bonita, mas também é talentosa, The Veronik.
https://www.instagram.com/theveronik2020/

Tiemi Tamura (SP)
Tiemi Tamura é artista trans não binário de descendência japonesa, de São Paulo. Sendo estilista de formação e modelo, performa utilizando a modalidade de dança e teatro de origem oriental, Butoh. Em contraste com o vogue e a dança contemporânea ocidental. Como performer e artista, propõe ao público uma imersão total e livre de julgamentos.
https://www.instagram.com/tiemi.tamura/

TRINITAS (SP)
Trinitas é o amor de três bruxas, de onde nasceram feitiços mais forte que os que a terra havia profetizado, feitiços de união, de conexão e carinho, de fortificação das nossas proteções e de retomada de tudo que nos tiraram. Audre, Carmen e Yris, protegidas pela escuridão, erguem-se em harmônico encanto baseadas na força de todos os elementos, que em sublime conciliábulo fundiram-se à matéria e a virtualidade, canalizando através de cada movimento a restituição que a terra clama às suas filhas. Nossos encantos reverberarão por séculos sem fim até que a última pedra desse planeta seja destruida.
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Vmoraix (MG)
Vini é arte ativista e artista independente que trabalha com a construção de paisagens sonoras e perfomances que visam trazer para o centro do diálogo a vivência de corpos de pele preta e suas assimetrias. @vmoraix pessoa não binária, hoje trabalha com educação em saúde além de atuar na cena cultural de Belo Horizonte na produção de eventos, DJ sets, e performances discutindo afrofuturismo e biohacking com participação em performances, editoriais e produções musicais em projetos de coletivos e grupos que acontecem na cena cultural da cidade. Em seus projetos se move para criar um corpo como sua projeção política, ferramenta da transformação e emancipação do imagético que é pensado e realizado para corpas preta$. Atualmente vem estudando o melhoramento e evolução do corpo ciborgue munido de instrumentos sonoros auto destrutivos com seu trabalho Princezinha da Paz.
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