Exposição apresenta imagens jornalísticas que misturam cotidiano e o fantástico, como o bebê diabo

Por - Da Redação Bem Paraná com assessoria
(Foto: Divulgação/Assessoria de imprensa)

Em 1975, o periódico Notícias Populares, de São Paulo, publicou uma série de manchetes que afirmavam que um bebê-diabo havia nascido em um hospital de São Bernardo, no ABC Paulista. Na época, as capas com as representações visuais da criatura assombraram e divertiram os paulistas, mas nunca passaram de uma invenção de jornalistas feitas para vender jornal.

Imagens como as do bebê-diabo, que misturam elementos da ficção fantástica com a narrativa jornalística do cotidiano, serão tema da exposição “Casos da Zona Crepuscular”, que acontece de 20 de novembro a 20 de dezembro, entre 8h e 21h, na Sala Leituras do Brasil do UniBrasil Centro Universitário. A exposição será aberta oficialmente com uma palestra sobre o tema do trabalho desenvolvido, às 18h. Inscrições gratuitas no link: Palestra “A Zona Crepuscular”.

A atração é resultado de uma pesquisa de doutorado “A Zona Crepuscular: imagens jornalísticas do fantástico no cotidiano”, realizada no Programa de Pós-Graduação em Tecnologia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). O trabalho, assinado pelo pesquisador Rodolfo Stancki sob orientação da professora Luciana Martha Silveira, foi defendido no último dia 22 de outubro. A dupla assina a curadoria da exposição.

A “Zona Crepuscular” é defendida na mostra como um espaço abstrato de interação entre o fantástico e o cotidiano. De lá, escapam as imagens que vão parar nos jornais. Além do caso do bebê-diabo, a mostra também terá imagens como a do chupacabra, do monstro do Lago Ness e das fadas de Cottingley, entre outras. A entrada para a exposição é gratuita.

SERVIÇO:

Exposição: “Casos da Zona Crepuscular”

Abertura oficial terá uma palestra no dia 20 de novembro, às 18 horas.

Quando: de 20 de novembro a 20 de dezembro de 2019.

Horário de visitação: das 8h às 21h

Onde: Sala Leituras do Brasil, Bloco 7, na Rua Konrad Adenauer, nº 442.

Comentários

© 2018 Barulho Curitiba